13
de Maio/10: Aula Pública, Denúncia e Ato Cultural marcam o 13 de Maio em SP
Com o ato político cultural preparado por mais de 30 entidades
e movimentos populares, o dia 13 de Maio ganhou novo significado.
Além de ser o dia de denúncia contra o racismo, é também um
dia de luta, um dia de protesto, um dia de mobilização!
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21
de Abril/10: Aula Pública lembra 510 anos de
opressão e luta pela terra
O dia 21 de abril é feriado nacional. Dia de "Tiradentes".
Quase não se fala em 22 de Abril, data que marca a chegada
dos portugueses em terras de Santa Cruz. 510 de opressão,
dizimação da população originária, mais 350 anos de escravidão
de africanos(as) e outras muitas décadas de injustiças, desigualdades
e violência. Esse foi o tom da AULA PÚBLICA organizada pela
UNEafro em conjunto com diversas organizações sociais.
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17
de Abril/10: Aula Pública em Itatiba mobiliza 500 estudantes
“Juventude
e Estudantes: A força que pode mudar o Brasil”.
Esse foi o tema de formação política trabalhado com os alunos(as)
dos cursinhos da UNEafro da região de Itatiba no dia 17 de
Abril. Universitários e a comunidade local também participaram
da atividade.
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21
de Março/10: Dia Internacional de Luta pela
Eliminação da Discriminação Racial

No dia 08 de Março, a Praça do Patriarca, em São Paulo, foi
rebatizada de “Praça da Matriarca”. Presentes no ato, mulheres
e homens participantes de núcleos da UNEafro marcharam pelas
ruas de São Paulo em defesa da causa das mulheres, em especial
das mulheres negras, que sofrem, além da violência de gênero,
a violência racial.
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08
de Março/10: Mulheres em marcha até que todas sejamos livres!

No dia 08 de Março, a Praça do Patriarca, em São Paulo, foi
rebatizada de “Praça da Matriarca”. Presentes no ato, mulheres
e homens participantes de núcleos da UNEafro marcharam pelas
ruas de São Paulo em defesa da causa das mulheres, em especial
das mulheres negras, que sofrem, além da violência de gênero,
a violência racial.
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06
de Março/10: Aula Pública em Defesa da aprovação das cotas
pelo STF

Em plena manhã de sábado, debaixo de muita chuva, cerca de
500 militantes da UNEafro-Brasil participaram da Aula Pública
em Defesa da Aprovação de Cotas pelo STF. O Ato aconteceu
no auditório do sindicato dos Químicos, centro de São Paulo
e inaugurou o ano letivo dos cursinhos da UNEafro em 17 cidades
do Estado de São Paulo.
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19
de Novembro/09: Movimentos realizam ocupação da Secretaria
de Justiça
Na
véspera do Dia da Consciência Negra, 19 de novembro, organizações
do movimento social e negro protestaram contra a violência
policial que tem vitimado a juventude empobrecida, sobretudo
negras e negros. Entre as organizações estão UNEafro-Brasil,
Círculo Palmarino, Consulta Popular, JOC, Brasil Afirmativo,
Coletivo de Teatro Dolores Boca Aberta, MTST (Movimento dos
Trabalhadores Sem Teto), MST e SAJU-USP.
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15
de Outubro/09: Aula Pública da UNEafro
marca o Dia dos/as Professores/as no Centro de S. Paulo
“Em
defesa da Educação Pública e contrao Racismo - Solidariedade
às professoras e professores de São Paulo”, essa
foi a temática abordada na Aula Pública organizada pela UNEafro,
ocorrida no dia 15 de Outubro, quando se comemora e se lembra
das professoras e professores brasileiros. A sala de aula
para a Aula Pública foi improvisada na esquina da Rua Barão
de Itapetininga com a Av. Ipiranga e os convidados cativaram
o público que paravam para assistir com muito entusiasmo.
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07
de Setembro/09: UNEafro, Centrais Sindicais
e Movimentos Sociais gritam por justiça e contra o racismo
Como
se fora combinado, após uma semana de chuva, o dia 7 de Setembro
amanheceu com céu completamente limpo e com o sol despontando
desde as primeiras horas da manhã. O sol e o calor queimaram,
mais uma vez, a pele de homens e mulheres, negros, pobres,
nordestinos, moradores de rua, jovens e idosos, sindicalistas
e operários durante a caminhada da Praça da Sé, capital de
SP, até o Monumento do Ipiranga.
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03
e 04 de Setembro/09: UNEafro resgata
luta e resistência na antiga Várzea do Carmo
Parque
Dom Pedro, centro de São Paulo. Espaço tomado por trabalhadores/as
ambulantes e população de rua, em sua maioria negras/os e
nordestinas/os. Foi nesse local, já chamado de Várzea do Carmo
– antigo refúgio de ex-escravos, que no dia 3 de Setembro,
a UNEafro realizou sua AULA PÚBLICA.
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13
de Maio/09: Aula Pública no antigo mercado de escravos de
SP
Para
marcar o Dia da Abolição da Escravatura, uma aula pública
com o tema “Abolição Inacabada: A história que você não sabe”
foi ministrada pelo professor da USP Dennis Oliveira. Carteiras
escolares foram colocadas em frente à saída do metrô Anhangabaú,
perto do Terminal Bandeira, onde houve também apresentações
de hip hop, capoeira e poesia.
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17
de Abril/09: UNEafro Ocupa Reitoria da UNESP e exige
Ações Afirmativas
A
UNEafro ocupou, no dia 17 de abril, a reitoria da Universidade
Estadual de São Paulo (Unesp), na região central de São Paulo.
O objetivo do ato foi exigir a participação da sociedade civil
no fórum criado no início de abril entre as universidades
públicas estaduais e o Conselho Estadual de Educação para
discutir os seus vestibulares. A universidade só foi desocupada
depois de receber uma comissão da UNEafro.
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21
de Março/09: Dia de Luta contra
o Racismo
O
Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação
Racial, após o Encontro de Militantes realizado no SINSPREV,
foi lembrado com uma aula pública no Largo do Paysandu, em
frente à Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos.
O Professor Silvio ministrou uma aula simbólica para lembrar
que negros/as no Brasil não tem oportunidades iguais de acesso
à Educação.
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08 e Março/09: Mulheres livres! Povos soberanos!
A
UNEafro participou da manifestação do 8 de março de 2009,
em São Paulo com o tema" Nós não vamos pagar por essa
crise! Mulheres Livres, Povos Soberanos!", juntamente
com um coletivo de mais de 50 movimentos feministas e entidades
atuantes na luta de gênero e da diversidade sexual.
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05
de Março/09: Em ocupação da Faculdade de Medicina da USP,
surge a Uneafro
Todo
o grupo ocupou as dependências da faculdade por 75 minutos
e caminhou pela Avenida Dr. Arnaldo, que chegou a ficar completamente
interditada por alguns minutos. Depois, os manifestantes seguiram
para o MASP pela Avenida Consolação e Avenida Paulista, escoltados
por nove carros da Polícia Militar.
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