23/06/10- Renovação de bolsas: Veja as orientações

21/06/10- ENEM: Clique e faça a sua inscrição

30/05/10- Bolsas de Estudos na UMC

25/05/10- UNEafro participa da II Assembleia Popular Nacional

16/05/10- Negros ainda são vítimas de escravidão

16/05/10- A Cor do Poder: A desigualdade racial na política

>

16/05/10- Curso para Defensoria abre novas vagas

16/05/10- Bolsas e isenções na FEI: reunião dia 25 de Maio

10/05/10- Denuncie o Racismo

02/05/10- 13 de Maio de luta - Praça do Patricarca/SP Aula Pública com Sérgio Vaz, Edy Rock e convidados

02/05/10- UNEafro participa de debate: “Programa de cotas e de permanêcia na USP juntos..."

02/05/10- Dia 15/05: Encontro de Bolsistas UNEafro - Interior

01/05/10- 1º de Maio na Praça da Sé -Organize o núcleo, professores e amigos!

 

8 de Março: Mulheres em marcha até que todas sejamos livres!

Em 09/03/10

 

No dia 08 de Março, a Praça do Patriarca, em São Paulo, foi rebatizada de “Praça da Matriarca”. Com este ato, foi aberta a manifestação que marcou o centenário do Dia Internacional da Mulher. Entidades do movimento feminista, sindical, estudantil, de juventude e negro reuniram cerca de mil pessoas para dizer que, após cem anos, as mulheres ainda têm pelo que lutar.

O Dia da Mulher foi proposto em 1910 pela alemã Clara Zetkin, na 2ª Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, e passou a ser celebrado em diversos países, embora de forma não oficial. Em 8 de março de 1917, uma mobilização de operárias russas --prenúncio para a Revolução de outubro, no mesmo país-- reforçou a importância da data para a luta das mulheres. Contudo, a fixação internacional do Dia da Mulher se deu a partir de 1922, após exigência da militante bolchevique Alexandra Kolontai a Vladimir Lênin.

Presentes no ato, mulheres e homens participantes de núcleos da UNEafro marcharam pelas ruas de São Paulo em defesa da causa das mulheres, em especial das mulheres negras, que sofrem, além da violência de gênero, a violência racial. “Queremos construir um mundo livre de exploração, opressão e discriminação, onde o fato de ser mulher, negra, indígena, lésbica, jovem, idosa ou com deficiência seja apenas um elemento da diversidade e corresponda ao direito à diferença, e não motivo para preconceito ou desigualdade”, diz Mayra Cunha, militante da UNEafro.

Entre os dias 8 e 18 de março, 3 mil mulheres de todas as regiões do Brasil marcharão entre as cidades de Campinas e São Paulo.Será uma grande ação de denúncia, reivindicação e formação, que pretende dar visibilidade à luta feminista contra o capitalismo e a favor da solidariedade internacional.


Acompanhe os informes em http://www.sof.org.br/marcha/