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Em 25/05/10
Apontar
os possíveis caminhos para um Brasil mais justo e que esteja
a serviço do bem comum da população; resgatar o tema da esperança
para o debate das lutas do povo e promover a articulação das
organizações populares do país diante da atual conjuntura
política são os principais objetivos da II Assembléia Popular
Nacional.
O
encontro acontecerá durante os dias 25 a 28 de maio, reunindo
cerca de 600 militantes ligados aos movimentos e pastorais
sociais, entidades e organizações populares de todo o país
no CTE/CNTI, em Luziânia (GO).
A
II Assembléia Popular Nacional vem de um processo amplo de
articulação e organização de várias campanhas, redes e movimentos
sociais no Brasil. Desde 2005, quando ocorreu a I Assembléia
Nacional, estados e municípios debatem a construção “do Brasil
que queremos”.
Mobilizações
nacionais como a Campanha contra a ALCA, a Campanha pela Reestatização
da Vale, as Semanas Sociais Brasileiras e a Campanha Contra
os Altos Preços da Energia Elétrica foram assumidas pela Assembléia
Popular (AP) como um instrumento de intenso debate com a sociedade
e revelaram a grande necessidade de organização popular.
Segundo
Luiz Bassegio, da coordenação nacional da AP, além de refletir
sobre o Brasil que as organizações querem construir, este
é um momento de fortalecer o poder popular e de preparar as
lutas do próximo período.
“Nos
últimos anos, os estados se envolveram com a realização de
atividades concretas, elaboração e estudo do instrumento de
preparação para a II AP. De agora em diante, o nosso desafio
é ampliar as articulações com setores do campo e da cidade.
É urgente que cada vez mais os trabalhadores e trabalhadoras
estejam envolvidos em lutas políticas, através dos debates,
mobilizações e participação efetiva”, afirmou.
II
Assembléia Popular Nacional
Entre
25 e 28 de Maio, representantes estaduais que participarão
do evento discutirão diferentes temas que envolvem a revisão
do documento “O Brasil que queremos. Assembléia Popular, mutirão
por um novo Brasil”.
As
organizações populares debaterão sobre os direitos ambientais,
civis, políticos, sociais, econômicos e culturais. Cada um
desses eixos abordará a realidade da organização, formação
e luta dos setores populares, assim como apontará para a concretização
destas frentes nas comunidades camponesas e urbanas no próximo
período.
Entre
as organizações que integram a Assembléia Popular estão as
Pastorais Sociais da CNBB, Cáritas Brasileira, Grito dos Excluídos,
Movimento Sem Terra, Consulta Popular, Marcha Mundial das
Mulheres, Via Campesina, Uneafro, Movimento dos Atingidos
por Barragens e Jubileu Sul.
Mais
informações na página da internet www.assembleiapopular.org
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